Adquirentes homologados
Vários adquirentes homologados, para a rede trocar por taxa sem reintegrar.
Tecnologia · Confiança
O que é homologado opera junto — sem reabrir projeto a cada conexão.
Numa operação grande, cada conexão nova — adquirente, ERP, emissor fiscal — pode virar um projeto e um ponto de falha. E o que não é homologado é risco: para de funcionar numa atualização qualquer, e a responsabilidade fica boiando entre fornecedores.
Integração não homologada quebra em silêncio e joga a culpa de um lado para o outro. No fiscal, o erro não é inconveniente — é autuação. E depender de conexão frágil num volume grande é multiplicar o risco por unidade.
Camada 03
É a camada de dados e ecossistema olhando para fora: o que a plataforma produz sai por integração homologada para os sistemas corporativos e para os meios de pagamento, com contrato conhecido.
Vários adquirentes homologados, para a rede trocar por taxa sem reintegrar.
SAP, TOTVS e Qlik entre os corporativos que operam com a plataforma.
A emissão fiscal segue a homologação de cada regime, por CNPJ.
Delivery, cardápio digital, fidelidade e pagamento na mesa no ecossistema homologado.
Cada conexão homologada tem contrato documentado — não é adaptação improvisada.
Homologado é o que tem dono: não quebra em silêncio nem fica sem responsável.
A de integrações mostra com o que a plataforma conversa e como (a API). Esta trata do que é homologado — a lista certificada, o fiscal e a responsabilidade por cada conexão.
São 8: Cielo, Rede, Fiserv, Caixa, Sicredi, Stone, PagSeguro, Getnet, além do subadquirente FrogPay. A lista é a mesma exibida na página de pagamentos.
A emissão segue a homologação exigida por regime fiscal, por CNPJ. Os detalhes de escopo fiscal por operação entram no diagnóstico de implantação.
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Quantas unidades, qual stack já roda, o que precisa ser integrado e como seria o rollout.