Cinco classes de dispositivo
SmartPOS, desktop, tablet, celular e navegador — a mesma operação, sem versão paralela.
Tecnologia · Confiança
O software não exige o hardware — ele se adapta ao que a casa já tem.
Sistema que exige um equipamento específico obriga a rede a trocar parque que ainda funciona e a comprar do fornecedor do software. Numa operação grande, isso é capital parado e dependência — a decisão de hardware passa a ser do sistema, não da casa.
Hardware amarrado ao software é custo de troca desnecessário e perda de poder de compra num volume em que cada equipamento conta. E equipamento não homologado é risco fiscal e buraco de suporte.
Camada 01
É a camada de operação no plano físico: o mesmo software roda nos equipamentos homologados que ficam na ponta, e o pedido sobe daí para as camadas de plataforma e dados.
SmartPOS, desktop, tablet, celular e navegador — a mesma operação, sem versão paralela.
A operação roda nos SmartPOS homologados, com o pagamento integrado ao pedido.
Captura de pagamento integrada ao PDV, sem maquininha à parte digitada de novo.
O hardware de totem que sustenta o autoatendimento no balcão.
Impressão de produção e telas de cozinha homologadas para o fluxo do KDS.
O que já roda e atende continua; troca-se o que o estado do equipamento pedir, não o software.
Não é o pressuposto. A plataforma roda nos equipamentos homologados, e a rede escolhe o fornecedor. O que define a compra é a necessidade e o estado do parque, não a exigência do software.
Boa parte costuma servir — a plataforma roda em cinco classes de dispositivo. O que aproveitar e o que trocar é avaliado no diagnóstico de implantação.
Homologado é o que tem suporte e conformidade garantidos: não quebra numa atualização sem responsável, e no pagamento e no fiscal isso evita risco.
Falar com um especialista
Quantas unidades, qual stack já roda, o que precisa ser integrado e como seria o rollout.