Hierarquia de grupo, marca e unidade
A estrutura da rede é nativa: cada nível tem regra própria e herda a do nível acima.
Plataforma · Camada de gestão
A regra no centro, a operação em cada unidade, o número somando de verdade.
O ERP comum foi desenhado para uma empresa. A rede tem muitas — com marcas e CNPJs distintos — e acaba tratando cada loja como uma instância separada ou como uma linha numa planilha. O sistema que deveria dar a visão da rede vira o lugar onde ela se perde.
Sem um ERP que entenda a rede, o fechamento do mês é uma soma de planilhas, e ela chega tarde. A comparação entre lojas não é confiável porque cada uma calcula à sua maneira. E cada loja nova é mais uma configuração manual feita à mão, no recurso sênior que a expansão precisava ter liberado.
Camada 02
É o centro da plataforma: onde cardápio, preço, permissão, ficha técnica e parâmetro fiscal são definidos e distribuídos. A camada de operação executa; a de dados consolida o resultado de toda a rede.
A estrutura da rede é nativa: cada nível tem regra própria e herda a do nível acima.
O que a unidade pode alterar é definido por permissão granular, não por confiança.
Um produto, uma ficha, um custo — compartilhados pela rede e ajustáveis por marca.
Cada CNPJ opera com o seu regime, sem virar um sistema à parte.
A nota de entrada alimenta o cadastro e o estoque, em vez de ser digitada de novo.
O estoque é alimentado pela própria operação e o CMV sai calculado, não estimado.
Além dos relatórios multiloja, é possível montar o recorte que a rede precisa.
Resultado somado por marca, região ou rede inteira, na mesma base de cálculo.
Mesmo indicador, mesma metodologia, para o ranking de lojas significar algo.
Cada item da NF-e recebida é vinculado ao produto do cadastro multiloja, com a conversão de embalagem — o estoque entra certo sem digitação.
Depende do escopo. Ele cobre a operação de alimentação de ponta a ponta e, quando a rede já tem um ERP corporativo — SAP ou TOTVS, por exemplo —, integra com ele em vez de disputar o lugar. A página de integrações detalha o contrato.
A hierarquia é grupo → marca → unidade, e cada nível pode ter regra fiscal, cardápio e permissão próprios. Uma alteração na marca vale para as unidades dela sem afetar as outras bandeiras do grupo.
A operação sobe continuamente para a plataforma; o consolidado gerencial acompanha, e o fechamento contábil segue o período fiscal de cada CNPJ.
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Quantas unidades, qual stack já roda, o que precisa ser integrado e como seria o rollout.